15 outubro 2012
19 outubro 2011
23 setembro 2011
Uma ode à velocidade!
Vejam só as notícias, de hoje, abaixo:
"Neutrino ‘mais veloz que a luz’ põe físicos em suspense"
(Exame.com)
"Com apenas um deputado em plenário, CCJ aprova 118 projetos em sessão de três minutos"
(Jornal O Globo)
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, numa sessão meteórica de pouco mais de três minutos, aprovou, na manhã de quinta-feira, 118 projetos. O deputado Luiz Couto (PT-PB), o único presente, foi chamado com urgência na comissão para ter pelo menos um parlamentar no plenário da CCJ.
17 julho 2011
Ilusão de Ótica
Ele concebe a si mesmo, as suas idéias e sentimentos como algo separado de todo o resto - numa espécie de ilusão de ótica de sua consciência. E essa ilusão é um tipo de prisão que nos restringe aos nossos desejos pessoais e reserva a nossa afeição a algumas poucas pessoas mais próximas de nós.
Nossa principal tarefa é a de nos livrarmos dessa prisão, ampliando o nosso círculo de compaixão, para que ele abranja todos os seres vivos e toda a natureza em sua beleza.
Ninguém conseguirá atingir completamente este objetivo, mas lutar pela sua realização já é por si só parte de nossa liberação e o alicerce de nossa segurança interior.
26 junho 2011
05 junho 2011
14 abril 2011
13 abril 2011
Vasto Ponto Azul
Há cinco décadas um de nós deu um salto jamais dado, e orbitou por pouco mais de uma hora, a centenas de quilômetros de altitude, a todos nós, com nossos conflitos e vitórias, ou como Carl Sagan diria, “o agregado de nossa alegria e nosso sofrimento”. Yuri Gagarin foi o primeiro de nós a ter um vislumbre do pálido ponto azul, que a centenas de quilômetros ainda surge como uma vasta abóbada, mas uma vasta abóbada azul. “A Terra é azul. Que maravilhoso!”, exclamou para o controle da missão. Gagarin vislumbrou uma perspectiva numinosa, que inspira profunda humildade, fascinação e admiração.Somados ao longo de toda uma vida, cruzamos com nossos próprios pés milhares de quilômetros de distância percorrendo a superfície deste planeta. Poderíamos dar mais de uma volta através do globo, mas andamos em círculos pequenos, não raro em torno da pequena região próxima onde nascemos. Se apenas pudéssemos traçar estes passos não apenas cruzando o mundo, como em direção ao espaço infinito, é novamente assombroso como bastam algumas centenas de quilômetros para ver a Terra azul, sem fronteiras retilíneas, apenas uma vasta planície que se curva no horizonte, marcada quando muito por rios e oceanos, montanhas e vales, e coberta por uma camada de nuvens brancas sempre mutante, composta da mesma substância que responde por toda a vida que conhecemos e que escorre de nossos olhos quando sentimos nossas mais fortes emoções.
O primeiro homem no espaço foi chamado de cosmonauta, em contrapartida aos astronautas americanos, ou mesmo aos taikonautas chineses. São todos seres humanos, são todos pessoas que deixaram aqueles que amavam abaixo e tiveram medo de nunca mais voltar. Somos nós. Se a tecnologia que lançou Gagarin ao espaço foi a mesma que é capaz de lançar ogivas atômicas que transformariam a cor de todo o planeta em um cinza nuclear, há algum conforto e motivo para celebrar que não tenhamos pintado o ponto em que vivemos de cinza, e neste exato momento haja seis seres humanos orbitando a todos nós.
Seis seres humanos no espaço, incluindo russos e americanos, em uma estação espacial resultado da colaboração contínua de inúmeros países representando centenas de milhões de pessoas em cooperação. Como Gagarin, os tripulantes da Estação Espacial Internacional vêem o planeta azul, e diferente de Gagarin podem partilhar sua emoção, e algo de sua visão, em tempo real.
Algum dia, um de nós deixará o planeta sem medo de nunca mais voltar, porque estará indo viver uma aventura fantástica ao encontro daqueles que ama em um lugar muito mais distante do berço azul onde nascemos. Algum dia, um ponto a milhões de quilômetros de distância, seja ele de que cor for, será o berço de muitas pessoas, que ainda assim serão como nós. Porque seremos nós. Encaramos desafios imensos, mas somos capazes de façanhas incríveis. Vivemos em maravilhoso berço azul, vasto porque ainda somos infantes, mas ínfimo perto do infinito que podemos explorar. Yuri Gagarin o viu primeiro.
Confira o áudio de Gagarin na Vostok-1 com imagens em First Orbit – the movie completo acima.
[Imagem inicial: Gagarin e Laika, Tebe-interesno, via Lissa. First Orbit via Brainstorm#9, e comentário de Matheus Amorim]
Fonte: Sedentario.org
11 fevereiro 2011
24 janeiro 2011
05 janeiro 2011
01 dezembro 2010
As Ideias Vivem em Bandos
Com um pequeno esforço de memória, qualquer um pode listar alguns nomes de pessoas que considera geniais. Gente que revolucionou seu tempo com um pensamento original ou com invenções que transformaram a vida da humanidade, como Leonardo da Vinci, Antoine Laurent de Lavoisier, Charles Darwin, Alberto Santos Dumont, Albert Einstein... Mas o que terá tornado essa gente excepcional? O escritor americano Steven Johnson, especializado em divulgar estudos sobre a sociedade, a ciência e as ideias, faz uma proposta ousada em seu mais recente livro, Where good ideas come from – The natural history of innovation (De onde vêm as boas ideias – A história natural da inovação, ainda sem data de lançamento no Brasil). Para ele, a genialidade é uma ideia romântica. Momentos de iluminação individual seriam raríssimos. Lembramos deles apenas porque resultam em histórias agradáveis sobre o progresso.
O caminho que leva à inovação, diz ele, é outro: longo, descontínuo e errático. Percorrê-lo com sucesso significa principalmente conectar ideias – as próprias e as alheias, as novas e as antigas –, em vez de se isolar à espera de sacadas extraordinárias. E essa conexão só acontece em ambientes em que as pessoas possam interagir como se fossem os neurônios de um grande cérebro coletivo. “Não é que não existam pessoas extraordinárias, mais espertas que a maioria de nós”, afirmou Johnson em uma entrevista por e-mail a ÉPOCA. “A questão é que os talentos podem ser aperfeiçoados (ou reduzidos) dependendo do lugar onde estejam. Se tentássemos colocar a mente de Steve Jobs (presidente da Apple) para trabalhar em empresas convencionais, desconfio que ele não se sairia tão bem.”
1. A GESTAÇÃO DEMORA
Uma impressão ou uma intuição precisam de tempo, pesquisa e observação para virar uma ideia. Johnson chama essa gestação de “slow hunch”, o “palpite demorado”. É corrente a ideia de que Darwin, ao ler a teoria de Thomas Malthus sobre a disparidade entre a produção de alimentos e o crescimento da população, teve um estalo e formulou a teoria da seleção natural. Johnson desmonta essa análise superficial, mostrando que Darwin era um homem rigoroso em suas anotações. Durante anos, registrou observações, citações, ideias improvisadas e rascunhou diagramas. Estava constantemente relendo suas notas e questionando suas implicações. Os principais pontos da seleção natural estavam em seus cadernos. O “insight malthusiano” veio só depois e o ajudou a completar o raciocínio.
2. A IDEIA TEM VÁRIAS MÃES
Uma pessoa inovadora é aquela que consegue combinar e recombinar ideias anteriores. Ao formular a teoria da relatividade, em 1905, o físico Albert Einstein usou estudos do matemático Jules Henri Poincaré. Daí a importância de um espaço livre para ideias: mesmo as mais loucas podem um dia servir. Poincaré formulou em 1904 uma conjectura que só foi demonstrada em 2002, pelo matemático Grigori Perelman. “As pessoas costumam pensar que fazemos uso só do conhecimento e dos cálculos e, com isso, chegamos às teorias”, diz Jacob Palis, doutor em matemática pela Universidade da Califórnia e pesquisador do Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (Impa). “Longe disso. Nós perseguimos palpites. Há casos em que tenho sucesso e há casos em que a pergunta fica no ar, até que outras pessoas se interessem por ela.”
3. O GRUPO INOVA MAIS
“A ideia não é uma coisa só. Está mais para um enxame”, afirma Johnson. Quando a informação circula, criamos uma rede fluida, inteligente, receptiva a novidades. É principalmente essa a razão por que as grandes cidades são ambientes mais férteis à inovação em comparação com as pequenas. “A densidade das redes formadas nas primeiras cidades propiciou a circulação de ideias. Elas transbordaram e, por causa disso, foram preservadas para as futuras gerações”, escreve Johnson. Em ambientes menores, como empresas, também é possível formar essas redes de ideias. O jeito mais simples de fazer isso é permitindo um espaço para conversas informais. É mais eficiente do que reuniões de brainstorm (em que todos são instados a dar palpites absurdos, na esperança de surgir uma ideia genial), segundo Johnson, porque as ideias não respeitam cronogramas. A arquitetura também influi. Ela precisa unir as pessoas, em vez de separá-las em grupos fechados. Esse pensamento inspirou a Microsoft a construir espaços físicos mutáveis, das mesas às paredes, em sua área de pesquisa. A Apple faz isso nos projetos de trabalho em grupo: favorece o contato franco e intenso entre todo tipo de profissional, todo tipo de inteligência.
4. PRESTE UM POUCO DE DESATENÇÃO
Muitas vezes, esquecer o problema ajuda a achar a solução. As ideias se beneficiam de uma dose de dispersão. Elas podem vir durante o sono, no banho, numa caminhada ou na prática de um hobby. Um exemplo ilustre é do matemático francês Jules Henri Poincaré. Ele passou 15 dias tentando provar que as funções propostas pelo matemático Lazarus Immanuel Fuchs não existiam. Um dia, saiu da rotina e tomou café preto, algo que não costumava fazer. Sem conseguir dormir, começou a ter alguns palpites promissores. No dia seguinte, percebeu que estava errado e provou as conjecturas – a que generosamente chamou de fuchsianas.
5. O VIZINHO PODE EMPRESTAR
Algumas das melhores ideias já existem – só precisam de alguma adaptação. Foi o que fez, por exemplo, o obstetra francês Stephane Tarnier, em 1870. Em Paris, naquela época, um em cada cinco bebês morria poucos dias depois de nascer. Um dia, passeando pelo zoológico, ele notou que os pintinhos eram mantidos em recipientes aquecidos. Se o princípio era bom para os pintinhos, por que não para os humanos? Ele criou então a primeira incubadora, colocando recipientes com água quente embaixo das caixas de madeira que serviam de berços.
6. A AJUDA DOS ERROS
Uma ideia inicialmente promissora pode chegar a um resultado ruim. Isso se chama erro. E ele é útil. O ambiente inovador tolera os enganos, estuda os resultados indesejados e os transforma em aprendizado, em benefício das ideias seguintes. Johnson cita o exemplo do teólogo britânico Joseph Priestley. Ele tinha o costume de fazer experimentos científicos para provar suas crenças teológicas. Um dia, colocou uma planta em uma jarra, privando-a de oxigênio. Esperava que a planta morresse, mas ela continuou viva. O resultado o encorajou a continuar suas pesquisas. Esse experimento levou a outros, de outros cientistas, e assim se descobriu o processo da fotossíntese.
7. A OBSESSÃO COM NOTAS
A insólita jornada da inovação depende da profusão de informações – uma espécie de bagunça organizada. Era assim que Darwin fazia em seus cadernos, repletos de rabiscos, desenhos, pensamentos. Ordenar essas ideias pode atrapalhar mais que ajudar, porque engessa o raciocínio. Anotações esparsas facilitam a recombinação das teses, o olhar com nova perspectiva. Mas há um risco oposto: anotar, anotar, e não parar para ligar os pontos. Essa foi uma das falhas que impediram a polícia federal americana, o FBI, de prevenir o ataque terrorista de 11 de setembro de 2001. Em julho, um relatório do agente Ken Williams alertava sobre seguidores de um certo “Usama Bin Laden” que faziam cursos de aviação civil. Williams entrevistara alguns deles e descobrira que tinham ligações com movimentos islâmicos radicais. O documento foi classificado como um “palpite especulativo, não significativo”, e permaneceu no limbo do FBI. Outro relatório ignorado dentro do FBI mencionava que um certo Zacarias Moussaoui, aluno de aviação, tinha intenção de jogar um avião contra o World Trade Center. As informações não se encontraram, o FBI não agiu e os aviões pilotados por terroristas atingiram seus alvos meses depois.
Nesse caso extremo, um processo mais acurado de ligar informações poderia ter salvado a vida de cerca de 3 mil pessoas. Em outros casos, o prejuízo é um invento que deixa de ser feito, um trabalho que fica pior, um paciente que deixa de ser tratado. É fácil perceber a falta de conexão no FBI, mas quanto nós mesmos não trabalhamos isolados? “Um dos maiores problemas das empresas é que elas dividem as pessoas em silos – engenheiros aqui, o financeiro ali”, disse Johnson a ÉPOCA. “O pensamento inovador frequentemente vem quando as ideias cruzam fronteiras.”
Revista Época, em 22/11/2010.
03 outubro 2010
13 setembro 2010
A Origem da Estupidez
11 setembro 2010
Ciência X Religião
Estamos condenados ao desentendimento se a única coisa que nos une é a constatação óbvia de que não há motivos para acreditar em Deus ou deuses. Ateísmo é uma conclusão pequena sobre um assunto que só é grande nas pequenas mentes.
Se nos unirmos porque vemos na ciência a melhor forma de obter conhecimento confiável e funcional sobre o mundo, se nos unirmos pela crença nos direitos universais de todos os seres humanos, se nos unirmos pelos ideais dos iluministas e enciclopedistas, se nos unirmos na vontade de tornar este mundo melhor por vias pacíficas e democráticas que abominam a morte, então não somos apenas ateus e agnósticos, somos também humanistas seculares.
E o humanismo secular já é, em alguns aspectos, um movimento bem-sucedido. Já existe uma organização internacional com mais de 50 anos, a IHEU, que é uma das poucas com coragem para denunciar a tentativa dos países da Organização da Conferência Islâmica (OIC), que todos os anos tentam passar uma resolução contra a blasfêmia na ONU. Hoje, 11 de setembro, é um dia especialmente adequado para lembrar que proibir a “blasfêmia” não vai evitar a perpetuação da barbárie no mundo.
Dawkins está certo em falar que juntar ateus é como arrebanhar gatos. Mas isso diz respeito a juntar ateus apenas por seu ateísmo.
Existem vários tipos de condutas em ateus. Não deveria surpreender a nenhum ateu que existam ateus agindo mal, porque o ateísmo é vazio em proposições quanto à conduta, justamente por não ser uma posição sobre conduta, mas sobre o que existe no mundo real. Muitos ateus como eu (talvez a maioria) compartilham valores na conduta intelectual – que é orientada pela ciência e pela filosofia – e na conduta moral, orientada pela universalidade de direitos enraizada na reciprocidade, no diálogo, e na empatia.
Estas condutas já receberam vários nomes e um deles é humanismo secular.
Não há promessas mirabolantes: um humanista secular não vai se tornar perfeito. Tanto quanto a ciência, que chega a respostas confiáveis por uma comunidade, o trabalho de elevar o status moral do mundo deve ser um trabalho não individual, mas coletivo, porém, não pode perder de vista que as raízes dos direitos universais são as capacidades e necessidades dos indivíduos. Por isso, culturas não valem mais que indivíduos. Se culturas não respeitam os indivíduos de alguma forma, devem mudar, e de fato mudam quando há um trabalho coletivo pela mudança.
E não me furto a dizer quais são algumas dessas culturas: é a nossa cultura, quando nega o direito civil ao casamento para homossexuais; é a cultura dos índios Suruwahá e outros, que praticam o infanticídio; é a cultura islâmica que obedece à lei da Sharia; é a cultura daquelas corporações que remuneram mal seus funcionários e trabalham pela via do “homem é o lobo do homem”.
Quem conhece o suficiente de ciência, de arte e de cultura sabe que indivíduos perfeitamente sábios simplesmente não existem. Sempre haverá perguntas sem respostas para qualquer Einstein, Jesus, Confúcio, ou Buda. Nenhuma parábola de Jesus, por exemplo, responde a problemas reais sobre o mundo que nos cerca – respostas bonitas não são respostas práticas.
Ficar fazendo discursos morais bonitos não ajuda ninguém a descobrir a penicilina, nem a investigar em que estágio um embrião humano pode ser considerado um ser que percebe a si mesmo (um indivíduo). Para ter respostas sobre o mundo, tiramos nossas pré-concepções e livros sagrados da frente dos olhos, olhamos em volta e arregaçamos as mangas para chegar a respostas difíceis de serem obtidas.
Se os ateus querem fazer mais do que criticar, polemizar e desconstruir, precisam se unir em torno de uma meta comum.
Eli Vieira, presidente da LHSB -Liga Humanista Secular do Brasil
19 agosto 2010
12 fevereiro 2010
12 de Fevereiro

Dia 12 de Fevereiro é a data de nascimento de um dos maiores doutrinadores da religião ateísta, Charles Darwin. Também é a data de nascimento daquele que é considerado um dos maiores homens que o mundo já conheceu: Abraham Lincoln. Mas vocês irão ler esta matéria por causa da Silvia Saint…
Charles Darwin
Charles Robert Darwin foi um naturalista britânico que alcançou fama ao convencer a comunidade científica da ocorrência da evolução e propor uma teoria para explicar como ela se dá por meio da seleção natural e sexual. Esta teoria se desenvolveu no que é agora considerado o paradigma central para explicação de diversos fenômenos na Biologia. Foi laureado com a medalha Wollaston concedida pela Sociedade Geológica de Londres, em 1859.
Darwin começou a se interessar por história natural na universidade enquanto era estudante de Medicina e, depois, Teologia.A sua viagem de cinco anos a bordo do brigue HMS Beagle e escritos posteriores trouxeram-lhe reconhecimento como geólogo e fama como escritor. Suas observações da natureza levaram-no ao estudo da diversificação das espécies e, em 1838, ao desenvolvimento da teoria da Seleção Natural. Consciente de que outros antes dele tinham sido severamente punidos por sugerir idéias como aquela, ele as confiou apenas a amigos próximos e continuou a sua pesquisa tentando antecipar possíveis objeções. Contudo, a informação de que Alfred Russel Wallace tinha desenvolvido uma idéia similar forçou a publicação conjunta das suas teorias em 1858.
Em reconhecimento à importância do seu trabalho, Charles Darwin foi enterrado na Abadia de Westminster, próximo a Charles Lyell, William Herschel e Isaac Newton. Foi uma das cinco pessoas não ligadas à família real inglesa a ter um funeral de Estado no século XIX
Abraham Lincoln
Décimo-sexto presidente dos Estados Unidos, eleito em 4 de março de 1861, foi reeleito em 1864, e governou até 1865, quando foi assassinado. Sua eleição para a presidência dos Estados Unidos, em 1860, provocou manifestações que levariam à Guerra de Secessão. Soube preservar a unidade do país durante essa guerra civil.
A grande qualidade de Lincoln era a habilidade que possuía para expressar suas convicções de uma maneira tão clara e vigorosa que milhões de compatriotas seus acabaram por aderir às mesmas. Além desse fato, grande parte da sua força provinha de sua vontade férrea e disciplina interna.
(...)
O Mapa astral de Charles Darwin e de Abraham Lincoln diferem apenas na posição das casas, devido à diferença de localidade de seus nascimentos (EUA e Inglaterra), mas exemplificam até onde podem chegar aqueles que desenvolvem as oitavas altas de suas potencialidades.
Silvia Saint
Silvia Saint iniciou sua carreira em desfiles de moda íntima no final do ano de 1994, na cidade de Praga, ingressando no cinema pornô a convite de uma amiga. É considerada por muitos a última grande estrela da indústria pornográfica, com rosto de anjo e atitudes de uma diaba. Foi uma inovadora em muitos aspectos do pornô, tornando-se uma verdadeira lenda entre as atrizes do gênero.
Mapas Iguais
Nessa altura, você pode se perguntar: “Pô, mas se os mapas são iguais, por quê todas as mulheres que nasceram neste mesmo dia e horário não fazem dupla penetração anal?”
Sedentário & Hiperativo
03 fevereiro 2010
O Universo Conhecido
12 setembro 2009
Santa Natureza
Um estudo realizado pela Universidade de Radboud (Holanda) e publicado no “Journal of Experimental and Social Psychology” conclui que se um homem ficar sete minutos na companhia de uma mulher bonita, seu cérebro…falha. Testes mediram o desempenho cerebral e verificaram que ele é menor quando um homem está perto de alguém atraente do que quando está ao lado de um outro homem ou de uma mulher que não desperta seu interesse.
Quarenta estudantes do sexo masculino, heterossexuais, foram submetidos a testes de memória, correlação e capacidade cognitiva. Depois foram levados para conversar com várias pessoas. Na volta, fizeram novos testes. Aqueles que ficaram na companhia de beldades femininas tiveram uma grande queda nos resultados. Os outros mantiveram o nível. Os resultados provaram que quanto mais impressionados os homens ficavam, mais tempo demoravam a responder e menos acertavam as respostas das questões.
O estudo afirma que em situações semelhantes os homens mudam para um comportamento denominado de “reprodução concentrada”, pois estão programados para transmitir os seus genes e tudo que conseguem pensar é
Os mesmos testes realizados em mulheres revelaram que o poder de concentração e raciocínio não sofreu alterações.
Segundo a matéria do Telegraph, que fala desta pesquisa, os psicólogos resolveram começar o estudo depois que um deles simplesmente esqueceu seu endereço ao estar impressionado com a presença de uma mulher. Ela perguntou onde ele morava e o rapaz não conseguiu lembrar. Tiro no pé. Esse ai não conseguiu preservar a espécie, pelo menos nesse dia.
O fato é que aquilo que todos os homenes e as mulheres mais observadoras já estavam cansados de saber foi cientificamente comprovado!

