17 março 2011

Tsunami no Japão


Após assistir ao vídeo abaixo, três coisas me passaram pela cabeça:

1 - Em caso de tsunami, não fique dentro do carro;
2 - Em caso de tsunami, não fique dentro de casa;
3 - Será que o carro branco, que passa na rua no 6º segundo do vídeo, conseguiu escapar?





*** UPDATE DO TÓPICO:

Aproveitando o assunto, posto um vídeo contendo imagens do tsunami ocorrido na Indonésia, em dezembro de 2004, e um link, abaixo, contendo a cena do tsunami no filme 'Além da Vida' (cena que já foi objeto de postagem aqui no blog, dias atrás, antes do tsunami do Japão, num vídeo mostrando como ela foi feita), que foi baseada no evento ocorrido em 2004.

Atento para o fato de que, em 2004, o número de mortos confirmados foi de 150 mil pessoas, sem contar os mais de 70 mil desaparecidos - 220 mil no total.





http://www.youtube.com/watch?v=D2IlEQLZug8&feature=related

01 março 2011

Além da Vida


Para os que não viram o filme 'Além da Vida', do diretor Clint Eastwood, fica a dica: assistam! Vale o ingresso!

Para os que, como eu, já viram, não haverá perda em acompanhar como algumas cenas foram filmadas, com toda a produção fotográfica empregada e a tecnologia, criação virtual ou efeitos especiais produzidos. Sensacional!


HEREAFTER Featurette: Visual Effects Shot Breakdowns Reel from ScanlineVFX on Vimeo.

Bem-vindo, Guilherme!!


Fecho os olhos,
lembro que o sonho ainda não se perdeu...

Abro os olhos,
E o filho de um amigo nasceu.


E que Deus dê luz ao novo Coxa-branca!
Parabéns Comparsa!

26 fevereiro 2011

Esse é o cara

O ator Charlie Sheen viajou na última quinta-feira, em um jatinho fretado, para as Bahamos com a sua ex-mulher Brooke Muller, a amante e porn-star Bree Olsen e com a atual namorada Natalie Kenly.

Segundo o astro da TV, essa viagem é o começo da vida conjunta com as três mulheres, que se mudaram para sua mansão em Hollywood na última semana. Caso ele saia inteiro dessa, vai merecer nossos cumprimentos.
Pensando bem, ele já merece.

Charlie Sheen, no avião para as Bahamas, com a sua namorada, a ex-mulher e a amante.

16 fevereiro 2011

Ser inteiro




Não é apenas o avanço tecnológico que marcou o início deste milênio. As relações afetivas também estão passando por profundas tranasformações e revolucionando o conceito de amor.

O que se busca hoje é uma relação compatível com os tempos modernos, na qual exista individualidade, respeito, alegria e prazer de estar junto, e não mais uma relação de dependência, em que um responsabiliza o outro pelo seu bem estar.
A idéia de uma pessoa ser o remédio para nossa felicidade, que nasceu com o romantismo está fadada a desaparecer neste início de século. O amor romântico parte da premissa de que somos uma fração e precisamos encontrar outra metade para nos sentirmos completos.
Muitas vezes ocorrew até um processo de despersonalização que, históricamente, tem atingido mais a mulher; ela abandona suas características, para se amalgamar ao projeto masculino.
A teoria da ligação entre opostos também vem dessa raiz: o outro tem de fazer o que eu não sei. Se sou manso, ele deve ser agressivo, e assim por diante. Uma idéia prática de sobrevivência, e pouco romântica, por sinal.
A palavra de ordem deste século é parceria.
Estamos trocando o amor de necessidade, pelo amor de desejo. Eu gosto e desejo a companhia, mas não preciso, o que é muito diferente.
Com o avanço tecnológico, que exige mais tempo individual, as pessoas estão perdendo o pavor de ficar sozinhas, e aprendendo a conviver melhor consigo mesmas. Elas estão começando a perceber que se sentem fração, mas são inteiras.
O outro, com o qual se estabelece um elo, também se sente uma fração. Não é principe ou no salvador de coisa nenhuma. É apenas um companheiro de viagem.
O homem é um animal que vai mudando o mundo, e depois tem que ir se reciclando para se adaptar ao mundo que fabricou. Estamos entrando na era da individualidade, o que não tem nada a ver com egoísmo.
O egoísmo não tem energia própria; ele se alimenta da energia que vem do outro, seja ela financeira ou moral.
A nova forma de amor, ou mais amor, tem uma nova feição e significado. Visa à aproximação de dois inteiros, e não a união de 2 metades.
E ela só é possível para aqueles que conseguirem trabalhar sua individualidade.
Quanto mais o indivíduo for competente para viver sozinho, mais preparado estará para uma boa relação afetiva.
A solidão é boa, ficar sozinho não é vergonhoso. Ao contrário, dá dignidade à pessoa.
As boas relações afetivas são ótimas, são muito parecidas com o ficar sozinho, ninguém exige nada de ninguém e ambos crescem.
Relações de dominação e de concessões exageradas são coisas do século passado. Cada cérebro é único. Nosso modo de pensar e agir não serve de referência para avaliar ninguém.
Muitas vezes, pensamos que o outro é nossa aklma gêmea e, na verdade, o que fizemos foi inventá-lo a nosso gosto.
Todas as pessoas deveriam ficar sozinhas de vez em quando, para estabelecer um diálogo interno e descobrir sua força pessoal.
Na solidão, o indivíduo entende que a harmonia e a paz de espírito só podem ser encontrados dentro dele mesmo, e não a partir do outro.
Ao perceber isso, ele se torna menos crítico e mais compreensivo quanto às diferenças, respeitando a maneira de ser de cada um.
O amor de 2 pessoas inteiras é bem mais saudável.
Nesse tipo de ligação, há o aconchego, o prazer da companhia e o respeito pelo ser amado.
Nem sempre é suficiente ser perdoaqdo por alguém, algumas vezes você tem de aprender a perdoar a si mesmo...

Dr. Flávio Gikovate